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quarta-feira, 25 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Conto erótico # 12 - Sexo oral no casamento..

Autor: Shrek Tesudo
Categoria: Heterossexual
 
Tinha recebido um convite de um amigo para ir a um casamento junto com ele. Ele não tinha com quem ir e de última hora, me convidou e insistiu. Por ser um amigo de muitos anos, não tive como dizer não e tratei de providenciar uma vestimenta adequada. Como não sou muito de usar roupas sociais, fiz esse enorme esforço colocando uma camisa social de mangas longas azul celeste, uma calça de linho preta listrada e sapatos bico arredondado, desses que dançarinos de jazz usam.
Chegando lá, ele me explicou que os noivos eram amigos da faculdade e que sempre mantiveram contato mesmo depois da formatura. papo vai, Papo vem, no final da cerimônia, fui apresentado aos noivos, dei-lhes as felicitações e fomos para a recepção que ficava não muito longe dali, num belo salão de festas, que mais parecia uma mansão dessas de filmes americanos, com um vasto jardim ao redor e muitas árvores.
Chegando no salão, sentamo-nos numa mesa reservada e fomos sendo servidos pelos garçons. Como ainda estava me sentindo deslocado, por não conhecer ninguém, resolví observar as pessoas. Foi nesse instante que a percebí: branca, magra, mais ou menos um e sessenta de altura, olhos negros como a noite, curvas cujo vestido não escondia e longos cabelos vermelhos cor de sangue. Aquela mulher me encantou e me deixou hipnotizado, pois trazia no rosto uma melancolia, um ar de mistério e ao mesmo tempo um desejo que exalava dos seus poros. A mulher estava rodeada por mais três caras, mas dava atenção a eles por formalidade. Dava para perceber de longe que o papo dos três não a agradava em nada.
Eu a olhava como se a estivesse analisando: cada detalhe, cada gesto, cada olhar dela era minuciosamente observado por mim. Estava estudando aquela mulher sedutora, tentando trazer para a minha mente que tipo de mulher seria esta. Mas o ar de mistério dela era como que um bloqueio, que me impedia de ir mais além. De repente os nossos olhares se cruzaram e o olhar dela veio fundo dentro de mim, e as barreiras que ela estava impondo se desmancharam. Percebí então que ela estava impondo barreiras para os três caras que estavam na mesa paparicando-a.
Relaxado do choque depois de um gole de whisky, os nossos olhares agora estavam mais íntimos e tanto eu quanto ela estávamos analisando um ao outro. Subitamente, um dos caras falou algo pra ela que a fez suspirar de tédio. Nessa hora ela me lançou um olhar como quem pedisse para que eu a tirasse daquele meio, pois ela já não estava aguentando.
Levantei-me e passei perto da mesa dela, olhei-a por alguns milésimos de segundo e acenei com os olhos, mandando ela me seguir. Caminhei mais ou menos uns seis ou sete passos, e a ouvi dizendo pros três caras que tinha que ir lá fora respirar um pouco. Assim que ela deu a deixa, apressei-me e fui pro lado de fora do salão. Naquela noite, a lua estava cheia e o clima estava quente. O lado de fora do salão era bem mais convidativo do que o de dentro. Assim que ela saiu, fui ao seu encontro e puxei uma conversa:
- Oi! Antes de mais nada, desculpe por não ter te deixado em paz lá dentro. Mas eu tenho uma mania muito feia de observar as pessoas, e não pude deixar de observar você.
- Com uns olhares daqueles, você deveria ser investigador. - disse ela sorrindo.
- Porque você acha isso?
- Porque homem nenhum olha pra mim com tanta profundidade. Você estava olhando tão dentro de mim, que pela primeira vez na vida, alguém me enxergava como eu realmente sou.
- E como você realmente é?
- Pelo jeito que me olhava, vou apostar na sua observação. Me descreva.
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domingo, 15 de abril de 2012

Conto erótico #11 - Boquete pro porteiro da obra..



Chovendo muito, fui parar na obra

Autor: Lorena22
Categoria: Heterossexual
Bom, esse é meu primeiro conto. Sempre li os contos e sempre tive a vontade de publicar algumas de minhas aventuras sexuais. Hoje vou contar o que aconteceu comigo, na semana passa, aqui em Niterói/RJ. Meu nome é Lorena, sou morena, com 23 anos, por força do meu nome mantenho meu cabelo loiro (luzes), mais não aquele loiro forte, procuro sempre ter uma cor mais natural, malho todos os dias, corro na praia todos os dias, ou seja, não me acho bonita, mas faço de tudo para que os homens achem, tenho 1,64m, peso 53kg, bem definidos e distribuídos, tenho a marquinha de praia que os deixam loucos, bundinha empinadinha, e uma rachinha bem bonitinha, pois estou sempre no salão cuidando dela, para surpreender meus namoricos.
Indo ao assunto, depois que comecei a ler os contos aqui neste site, comecei a pensar em várias situações que poderiam acontecer comigo e que eu ficaria louca. E uma delas é a que vou contar, pois aconteceu.
Sempre tive vontade de ser possuída por um homem, grosso, sem jeito e principalmente estranho, que na verdade eu não soubesse nem seu nome. E mais, que fosse um pedreiro, um peão, mestre de obras, ou seja, coisas desse tipo. Mas sempre tive medo, por causa da violência que hoje nos encontramos, porque oportunidade pra isso nunca faltou, até porque aqui na minha cidade, diversos prédios estão sendo construídos, e sempre quando passo por eles, recebo diversas cantadas, aí seria mole, é só dar um risinho e pronto, pau duro na hora.
Mas eu queria um negócio diferente, como se fosse um acaso, um tesão e só, para depois nunca mais vê-lo. Nesse dia chovia muito, e eu estava dentro do meu carro, com o transito congestionado e a rua alagando e alagando muito, a ponto de ter que sair do carro.
Nessa hora, subi em uma calçada alta para que meu carro não fosse alagado, parei em frente a um edifício em construção, na frente dos compensados que protegiam o canteiro de obra, tinha uma espécie de guarita, e lá se encontrava um senhor de mais ou menos uns 40 a 45 anos. Ela era um senhor de cor, nada bonito, mas com uma aparência de ser bem forte e conservado, medindo mais ou menos 1,80m, devia pesar seus 85Kg, cabelos curtos e muito educado.
Quando ele percebeu minha dificuldade de visibilidade, em virtude da forte chuva, ele desceu e me ajudou a estacionar. Como eu parei o carro e não saí de dentro, ele veio com um guarda chuva, e perguntou se eu precisava de algo, quando respondi que não, ele me cumprimentou e eu o agradeci, daí ele voltou para dentro da guarite.
Era noite existia e parecia não existir mais ninguém junto dele, e quando dei por mim, lembrei de minha fantasia, ou seja, era o acaso que eu estava esperando.
Ocorre que eu também não poderia sair sozinha, porque usava uma blusinha leve branca, e se molhasse iria aparecer meus peitinhos, que por sinal, na medida certa, e também porque não uso sutiã. Eu usava ainda uma calça jeans bem justa, que desenhava minha calcinha.
Quando então, já possuída pelo desejo do acaso, mas sem dar a entender, pisquei o farol para chamá-lo, e nada, pisquei denovo e nada, nessa hora minha xaninha também piscava. Rsrsr. Até que não agüentei e buzinei, chamando assim mais a sua atenção.
Ele novamente veio até Amim, e perguntou se eu havia o chamado, quando respondi que sim, pois estava muito apertada para ir ao banheiro, e se lá existia algum. De imediato ele respondeu que sim, abrindo a porta do carro, me oferecendo a metade de seu guarda chuva. Na hora que levantei, seus olhos não saiam de meu decote, e quando percebi, facilitei su\ visão, sem que ele percebesse, a não ser os peitinhos que de imediato deram sinal de alerta ligado, mas não sei se ele se ligou nisso.
Em direção a obra ele se ajeito atrás de mim, mas com todo o respeito, ele não se encostou em mim, mas estava tão perto que eu sentia sua respiração em minha nuca, o que me deixou louca.
Na hora de entrar pelo portão, sem que ele percebesse empinei minha bundinha disfarçadamente, o que causou a primeira roçada. Hummm, adorei. E acho que ele também, pois senti que meu pedreiro, já estava com más intenções. Mas continuei e fingi que nem percebi.
Quando cheguei ao banheiro, observei que não tinha papel higiênico, fui a minha deixa, pois tirei apenas minha calçinha com intuito de usá-La como isca para meu macho, pois não estava com vontade nenhuma de ir ao banheiro, e a joguei na lixeira do banheiro, com o intuito de provocá-lo.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Loira de olhos azuis..





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Ruivinha na cama



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